Carreta da prefeitura de SP levará curso de games gratuito para as periferias

‘Futuro Gamer’ será lançada durante a Gamescom Latam e prevê 10 chamadas de curso com foco em jovens
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A carreta do projeto Futuro Gamer. Foto: Divulgação, PMSP

A Spcine, empresa de fomento ao cinema e ao audiovisual vinculada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa da prefeitura de São Paulo, terá durante a Gamescom Latam – que começa na quarta-feira (29), na capital paulista – uma “carreta gamer”. O Futuro Gamer: Hub Móvel de Games, como foi chamada a iniciativa, mira jovens das periferias de São Paulo com acesso gratuito a cursos de formação em desenvolvimento de games e tecnologia.

O hub ficará instalado em um caminhão adaptado e deve circular por diferentes partes da cidade promovendo cursos, oficinas, vivências, bate-papos, game jams e atividades práticas. Antes de começar a circular pela cidade (começando pelo bairro de São Miguel), o projeto será lançado na Gamescom Latam de 2026, na quinta-feira (30), onde ficará aberto para visitação, além de hospedar atividades e apresentações.

A ação foi proposta pela equipe da desenvolvedora de jogos brasileira Salve Games, e pela aceleradora de negócios Geek Hub.

O projeto prevê circulação por bairros das zonas Leste, Sul, Norte e Oeste, em parceria com equipamentos públicos municipais. Em cada território, poderá atender de 12 a 20 participantes por ciclo, em sistema de rotatividade. “É promovendo atividades como esta que conseguimos capacitar milhares de jovens para o mercado de games, além de promover ainda mais a capital paulista como referência de games no País”, explica em comunicado o secretário de Cultura e Economia Criativa, Totó Parente.

Além do CEU São Miguel, a carreta passará pelos CEUs Perus, Uirapuru, Paraisópolis e Carrão. Segundo os envolvidos, serão realizadas ao menos 10 chamadas públicas para seleção dos participantes, com reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, com deficiência e trans. Além da certificação, os participantes terão acompanhamento e avaliação de resultados.

“A indústria de games sempre tratou a periferia como consumidor, nunca como protagonista. A gente quer mudar isso. Um projeto como esse não é só sobre ensinar a programar ou criar um jogo; é sobre mostrar para o moleque da quebrada que o lugar dele também é ali, criando, liderando e contando as próprias histórias”, defende Alexandre de Maio, fundador da Salve Games.

A participação é gratuita mas exige inscrição prévia neste link.

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