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      • artigo, catálogo, jogos, Lucas Patrício, publishers, venda

      O que a economia brasileira ensina sobre o futuro global dos games

      Mercados desenvolvidos começam a aprender com a América Latina que catálogo pode ser mais relevante que lançamentos para faturamento das publishers
      • PorLucas Patricio
      • 10:06
      • 29/04/2026
      jogos, prateleira, loja, locadora, loja de games, consumidor, catálogo
      Foto: Canva, gerada por IA

      Reduflação é um termo que você pode até não lembrar, mas conhece muito bem. Sabe quando a barra de chocolate passou a pesar 90g e não mais 150g? Ou ainda quando o leite de 1 litro agora tem só 800 ml? Pois é, nós brasileiros conhecemos bem esse fenômeno que os gringos agora passam a conhecer pelo nome de shrinkflation.

      Países em desenvolvimento estão acostumados com medidas adotadas para lidar com a inflação e a instabilidade econômica. Países desenvolvidos dificilmente enfrentam isso.

      E o que a redução do número de bolachas no pacote de Passatempo tem a ver com games? Bem, espero que o suficiente para te convencer de que estamos entrando em uma era em que temos uma grande chance de ser vanguarda.

      Seguindo os dados compartilhados para investidores, a Capcom anunciou vendas recordes no ano fiscal que acabou no dia 31 de março de 2025: mais de 51,8 milhões de unidades de jogos vendidas. Isso não deve ser surpresa para você, visto o incrível histórico recente da empresa japonesa.

      O que você talvez não saiba é que a maior parte do faturamento não veio do lançamento dos novíssimos Monster Hunter Wilds e Resident Evil Requiem.

      Pasme: 75% das vendas da Capcom foram de jogos antigos, o que aqui no Brasil o varejo conhece muito bem como catálogo.

      Por aqui, o catálogo sempre foi mais relevante do que os lançamentos para o faturamento saudável das publishers. Isso era verdade há 20 anos, quando as vendas eram todas feitas via varejo com jogos físicos, e continua sendo hoje, com um mercado predominantemente de jogos digitais.

      As publishers que estão há mais anos no Brasil, como Sony, EA, Warner Bros. e Ubisoft, entre outras, sabem bem o valor de trabalhar suas propriedades intelectuais para continuar sempre performando bem com jogos dos anos anteriores.

      LEIA TAMBÉM: Gamescom Latam começa nessa quarta com otimismo e expectativa de recordes

      O Brasil é especialista em construir relacionamento a partir de lançamentos, mas mirando a vida longa do jogo. Cada lançamento é uma oportunidade de vender os jogos anteriores da franquia em uma promoção tentadora e com preço muito mais justo para a parte da população que sofre, veja só, com os efeitos da inflação no seu poder de compra.

      Os EUA e demais países do mundo que enfrentam recessões ou impactos da caótica política geoglobal atual estão aprendendo que vender jogos de catálogo é a estratégia mais saudável para suas contas bancárias.

      A própria Capcom, ainda nos relatórios para investidores, admitiu que a sua estratégia é fazer promoções de jogos de catálogo próximas ao lançamento dos novos títulos e, assim, impulsionar a venda de diversos jogos a preços especiais. Esse ciclo, ao longo dos anos, gera uma diversidade de faturamento que dificulta que a empresa entre em uma grande crise por conta de um lançamento que talvez não traga os resultados esperados no mês de sua estreia.

      É por esse mesmíssimo motivo que, no Brasil, as campanhas de marketing têm pouco ou nenhum investimento em “pré-venda”. Surfamos o hype do lançamento e o imediatismo para vender para o topo da pirâmide, mas o real interesse é sempre movimentar vendas nas promoções que acontecem no decorrer do ano.

      O Brasil e a América Latina dominam a arte do catálogo há décadas e temos muito o que ensinar para empresas que, até então, gastavam milhões em seus lançamentos e ignoravam todos os jogos anteriores, renegados ao esquecimento.

      A Capcom aprendeu rápido essa lição e aplica a estratégia em nível global. E as demais publishers que enfrentam essa nova realidade do mercado podem confiar que o catálogo talvez seja a vacina mais eficiente para os tempos de crise pelos quais o mercado global passa. É mais sustentável e inteligente.

      Gringos, aprendam com a gente.

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      lucas patricio, gmd
      Lucas Patricio

      Lucas Patricio é fundador e sócio-diretor da GMD, agência especializada na conexão entre marcas e o universo dos jogos eletrônicos. Sua relação com os videogames começou ainda na infância, evoluindo para uma carreira dedicada ao setor.

      Ao longo de mais de uma década, se tornou referência na indústria do entretenimento e tecnologia atuando no desenvolvimento de campanhas, ativações e conteúdo para grandes players. Entre os clientes da agência estão marcas como Bandai Namco, Blizzard, Garena, HyperX, Kingston, Nvidia, Ubisoft, Warner Bros. e Xbox.

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