Jogos que vendem conteúdos adicionais, como DLCs e itens, tendem a se beneficiar mais quando são incluídos em serviços de assinatura como Xbox Game Pass ou PlayStation Plus, revela análise conduzida recentemente pela consultoria Omdia.
A pesquisa indica que desenvolvedoras com títulos premium que vendem expansões pós‑lançamento ou adotam estratégias de monetização recorrente obtém leve aumento de receita média por usuário após a entrada em serviços de assinatura, na comparação com títulos que não o fazem.
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Segundo o relatório, quando a barreira de preço inicial é reduzida esses serviços ampliam acesso à experiência base, mas mantêm o potencial de conversão para compras dentro do jogo. É um resultado já observado em estratégias de monetização para games free‑to‑play em diversas plataformas, inclusive dispositivos móveis.
Essa dinâmica, diz a Omdia, é bastante relevante para títulos com ciclos de atualizações, expansões sazonais ou lojas de cosméticos. As projeções mais recentes indicam que o mercado global de assinaturas de jogos ultrapassará US$ 27 bilhões em 2028, ou cerca de 14% do total dos gastos feitos com games no mundo.
Segundo os autores do estudo, Sony e Microsoft dominam o segmento, com 82 milhões de assinaturas combinadas até 2024.
* com informações do site Game Developer e da Omdia



