A Omelete Company, realizadora da CCXP – cuja edição de 2025 acontece até domingo em São Paulo, com cobertura do The Gaming Era –, anunciou na quarta-feira (3) uma nova edição internacional em 2027 na Coreia do Sul. O evento sem data exata definida deve ocorrer em Seoul, capital do país asiático.
O anúncio foi feito por Pierre Mantovani, CEO da Omelete Company, durante apresentação institucional do grupo no primeiro dia da CCXP25. Chandler Kim, da Exporum Inc., será o diretor de operações da CCXP Korea. A Exporum é uma empresa sul-coreana que organiza eventos em setores como comida e bebida, tecnologia, cultura e entretenimento.
“A Coreia do Sul é um dos mercados culturais mais dinâmicos do mundo. Expandir a CCXP para o país é um passo natural na evolução global da marca…”, disse Mantovani.
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Segundo as partes, a CCXP Korea é o início de “um novo capítulo para a marca”. Não é a primeira edição da CCXP fora do Brasil: a CCXP México já teve duas edições desde 2024, ambas na capital Cidade do México. E em 2019 foi realizada uma edição em Colônia, na Alemanha.
“A chegada ao mercado coreano reforça a ambição e o compromisso da Omelete Company em conectar fãs ao redor do mundo”, diz o comunicado oficial. A promessa é que a CCXP Korea tenha áreas proprietárias tradicionais da edição brasileira, incluindo o Palco Thunder, Palco Omelete, Artists’ Valley e Cosplay Universe.
Segundo as partes, a organização da CCXP Korea está sendo planejada há cerca de cinco anos, e tem a intenção de “fortalecer a troca cultural entre Brasil e Coreia do Sul”, e de “criar uma via de mão dupla entre duas potências criativas”, diz o comunicado oficial.
Detalhes sobre datas, local, vendas e programação serão divulgados “nos próximos meses nos canais oficiais da marca”.
O anúncio ocorre apenas alguns dias após a Omelete Company e a Maru Division, responsável pela Anime Friends, confirmarem o cancelamento da compra do evento de cultura asiática brasileiro, cujo acordo havia sido anunciado em dezembro do ano passado durante a mesma CCXP. As empresas dizem terem chegado a um “acordo amigável” após divergências criativas entre os sócios.




